terça-feira, 15 de novembro de 2011

A Árvore da Vida - (The Tree of Life)


The Tree of Life é um filme estadunidense de 2011, escrito e dirigido por Terrence Malick e estrelado por Brad Pitt, Sean Penn e Jessica Chastain.
É sem duvida um belo filme, um dos mais belos de 2011. O filme passa pelas fronteiras da bifurcação.  Chega aos limiares da imperfeição e nos questiona sobre a própria, o que é a perfeição, o que é a vida? Esse filme coloca em enredo a evolução da criação do mundo, indo a teoria do big bang até a imperfeição da natureza humana, os padrões e éticas socialistas. São abordados vários assuntos dede a inocência de uma criança que debate a liberdade, o certo e o errado em um ambiente onde é dominado pelo pai que não admite falhas e controla a família com punhos de ferro, trás o amor de uma mãe que admira a perfeição do mundo e nos faz refletir indo até a um debate religioso. Trás a mente algo teológico, um palpite sobre a mediocridade humana, em que “o mundo é maior que isso” ou o que fizemos com a criação, que certamente seriamos diferentes comparados a criação da natureza. O filme traz esse ponto de vista através dos olhos de uma família da década de 50 que perde um filho no exercito em guerra.
As cenas do filme enchem os olhos e leva a um estado de frenesi com as imagens da criação do universo e até mesmo o primeiro ato de piedade entre dinossauros, a origem da vida. Nos faz refletir a respeito de religião, de todo o movimento interno e o apego em pequenez. É sem dúvida um dos melhores filmes do ano.
A direção fotográfica feita pelo mexicano Emmanuel Lubezki que já havia trabalhado com o cineasta em "O Novo Mundo", de 2005 que foi um exelente trabalho. Direção fotográfica ficou espetacular, um ótimo trabalho.

NOTA: 9,5
RECOMENDAÇÃO: A QUEM ADIMIRA FILMES TEÓLOGICOS, FILOSÓFICOS EM ASSUNTOS SOBERBOS DIVINOS.

Tron: O Legado (Tron: Legacy)



Tron: Legacy (Tron: o Legado em português) é um filme americano de 2010, continuação do filme de ficção científica da Disney Tron, de 1982.
O filme foi lançado dia 17 de dezembro de 2010. Estréia cinematográfica do diretor Joseph Kosinski, enquanto o diretor do primeiro filme, Steven Lisberger, volta como um dos produtores. Jeff Bridges interpreta mais uma vez o programador Kevin Flynn, enquanto Bruce Boxleitner retorna com Alan Bradley e TRON. Garrett Hedlund interpreta o filho de Flynn, Sam. Outros membros do elenco incluem Olivia Wilde, Beau Garrett e Michael Sheen.

É um bom filme, tem uma ótima programação gráfica e a A trilha é composta pela dupla Daft Punk - que inclusive faz aparição em uma das cenas do filme - e harmonizada pelo maestro americano Joseph Trapanese, com uma orquestra de 85 músicos.
É mais um filme da Disney gravado em seus estúdios em 3D. A história se desenrola facilmente com uma boa direção fotográfica, é um filme mais direcionado a aqueles que curtem ficção cientifica ligada ao plano criativo da rede cibernética. O filme deixa algumas brechas que dão a entender que terá um segundo, creio que a expectativa seja grande.

NOTA: 7,0
RECOMENDAÇÃO: PARA QUEM CURTE FICÇÃO CIENTÍFICA E CONSPIRAÇÃO MUNDIAL. (+/-)

domingo, 13 de novembro de 2011

Doce Vingança (I Spit on Your Grave) – 107 min



Bom, depois de ficar com nove filmes em casa por mais de três semanas e fazer minha carteira ter um acesso de loucura, resolvi levar mais alguns – e por incrível que pareça eu já estou atrasado na devolução – porem foi a minha vontade incontrolável por cinema que me intimou a cena do crime – vídeo-locadora – onde encontrei com uma suspeita; Erika! Tinha um perfil que se encaixava totalmente como suspeita do crime, alias qual crime? Bom... “O CRIME DO FILME DE DUAS OPINIÕES”... rsrs... Estava eu e a detetive apaixonada pelo Sr. Depp – aquela que não me permitiu divulgar o nome, mas um dia ainda consigo (dou uma dica: é uma fruta oriental)  – fazendo uma pericia nas sinopses e falando de grandes assuntos tais como: a lei de Newton, A criação do Universo, Big Bang, A Era Stuart, quando de repente, pé por pé, mais do que sorrateiramente entra na ambiente a Suspeita Érika... “Posso Falar???” – disse aquela garota simpática de madeixas louras; “Esse filme é ótimo!”, disse apontando o dedo para um que estava parcialmente coberto por um filme de capa preta, “É muito bom! É excelente!”... Peguei o filme e coloquei junto aos demais que estava tentando “peneirar”... A Sra. Deep e a Érika deram início a um debate com porcentagens de locações e indicações boas ou ruins que uma já fez a outra, elevando a um exponencial logarítmico aplicando a formula delta construindo uma matriz e simplificando em forma de equação de segundo grau, conclusão: não deu em nada! Depois de muito refletir sobre o caso resolvi levar a indicação de Érika que me sugeriu o filme: “Doce Vingança”.
EUA 2010. Direção: Steven R. Monroe. Roteiro: Stuart Morse (baseado no roteiro de 1978 de Meir Zarchi). Com: Sarah Butler, Jeff Branson, Daniel Franzese, Rodney Eastman, Chad Lindberg, Tracey Walter, Andrew Howard

Conforme pesquisei é uma regravação de um TRASH de 78 que foi considerado o pior de todos.
Segue um trecho da reportagem na página UOL Entretenimento Cinema.

“Se existe uma unanimidade entre os críticos americanos, ela atende pelo nome de “I Spit on Your Grave”, filme de 1978 classificado pelo crítico Roger Ebert, do jornal The Chicago Sun-Times, como o pior já feito na história do cinema. E ele foi generoso, pois deixou de lado toda a tosca filmografia de Ed Wood. Esse cult dos filmes trash foi revisitado e atualizado no ano passado pelo diretor  Steven Monroe, que manteve o nome original, lançado agora no Brasil como “Doce Vingança”.”

No entanto o atual aparentou ser melhor que o antigo, embora tenha demonstrado umas brechas: como uma garota que foi violentada por cinco rapazes consegue capturá-los – individualmente – apenas com uma pancadinha na cabeça que os faz desmaiar por possivelmente horas e serem transportados para uma cabana que sabe se lá a origem e funcionalidade dela com tanta facilidade assim?
É um filme que indicaria para pessoas que realmente admiram os gêneros thashs melhorados. Mas o filme não foi ruim assim, ouviu Erika... Até que foi uma boa indicação. O filme pecou em alguns aspectos, mas o filme consegue prender a atenção ainda mais para aqueles que já assistiram o triller anteriormente, TEM CENAS FORTES E DE DAR ÓDIO como a cena em que os rapazes estupram a personagem central da trama, dá certo nó no estomago em ver tamanha barbaridade e crueldade, a cena é bem interpretada e longa (o que faz a revolta ser cultivada por mais tempo), o filme pecou em aspecto de estratégia, uma elaboração melhor das capturas. Algumas cenas são bem feitas, a direção fotográfica não é das melhores, mas nota-se o profissionalismo. Acabam usando a mesma tática dos filmes de terror com síndrome de “Tarantismo” que grava cenas escuras para aumentar a tensão e também fazem uso do sangue espesso.

NOTA: 7,0
RECOMENDAÇÃO: PARA QUEM GOSTA DO GÊNETO SUSPENSE E TENHA ESTOMAGO PARA BRUTALIDADE E VIOLENTAÇÃO SEXUAL.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

A Orfã (Orphan)



Orphan (no Brasil, A Órfã, em Portugal, Órfã) é um filme do gênero terror e suspense produzido nos Estados Unidos e no Canadá em 2009. Com direção de Jaume Collet-Serra e roteiro de Alex Mace e David Johnson, é protagonizado por Isabelle Fuhrman, Peter Sarsgaard e Vera Farmiga. A história do filme é sobre um casal que, após a morte de um dos seus filhos durante o nascimento, resolve adotar uma misteriosa garota de nove anos de idade.

Estava em uma video-locadora quando encontrei com uma garota que assim como eu adora cinema, mas ela tem uma paixão em particular: "Johnny Depp"... rsrs.... então acabamos mais de duas horas debatendo sobre alguns bons filmes, e como sempre, vou me arrastando aos poucos para os antigos, e entre eles ela me sugeriu um que ainda não havia conferido, "A Orfã",  achei um filme muito interessante, bem produzido e como sempre observo obcecadamente a direção fotográfica de um filme e esse posso dizer que foi uma boa direção, no início existem algumas brechas que só são notadas depois que a trama principal é revelada pois com algumas pistas falsas o diretor não o deixa chegar a um raciocínio lógico da história, é um bom filme de suspense e trás uma boa interpretação de Isabelle Fuhrman como Esther, a baixa trilha sonora suaviza os momentos tranqüilos e a trilha sonora no estilo psicose aumenta a tensão nos devidos momentos. existe uma cena que chega a dar uma inquietação para aqueles que não deduziram a trama até a metade do filme, a cena onde Esther tenta seduzir seu pai adotivo. A principio por lógica acabamos dando um diagnóstico pscicopata "mirim" ou uma extrema autista habilidosa e erudita, mas como um bom filme, te surpreende no final.
É como disse Mick LaSalle do San Francisco Chronicle que também fez uma avaliação positiva, dizendo: "A Órfã fornece tudo que você poderia esperar em um psicopata criança, mas com tal excesso e exuberância que ele ainda tem o poder de surpresa."

Sinopse:

No Filme A Órfã , John (Peter Sarsgaard) e Kate (Vera Farmiga) passam por uma tragédia na família. A perda de um de seus filhos faz com que, embora ainda tenham outros dois – Daniel (Jimmy Bennett) e Joyce (Lorry Ayers) -, resolvam procurar ajuda de um orfanato a fim de adotar mais uma criança. Mesmo depois de alertados das dificuldades de se adotar crianças já crescidas, a aparente maturidade e carisma de Esther (Isabelle Fuhrman) os conquista prontamente. A menina, no entanto, mostra-se maléfica, levando toda a família à loucura.
NOTA: 9,5
RECOMENDAÇÃO: A TODOS QUE GOSTEM DE UM BOM SUSPENSE SEMELHANTE A TERROR. EXELENTE!

Confidence - O Golpe Perfeito.



Título original: (Confidence) Lançamento: 2003 (EUA) Direção: James Foley Atores: Edward Burns, Rachel Weisz, Morris Chestnut, Leland Orser. Gênero: Drama.
A princípio aparenta ser um filme comum, com uma história simples, porem a narrativa do filme pelo personagem principal - que vai narrando as histórias e técnicas de golpes - começa a deixar um pouco mais interessante a trama, o filme demora um pouco para desembaraçar a trama principal, mas o final se torna "Legal"... Não é O FILME, mas é um filme. A direção fotográfica do filme deixa um pouco a desejar.

Sinópse:
Jake Vig (Edward Burns) é um polido trapaceiro que, junto com seus asseclas, acabou de roubar milhares de dólares do contador Lionel Dolby (Leland Orser). Tudo parece ter dado certo, mas quando o contador e um de seus comparsas aparecem mortos Jake descobre que na verdade o dinheiro roubado pertencia ao excêntrico chefão do crime organizado Winston King (Dustin Hoffman). Jake então marca um encontro com King para acertar as coisas e recebe a missão de dar um golpe de cinco milhões de dólares em Morgan Price (Robert Forster), um banqueiro com ligações com a máfia. Se juntam ao bando Lupus (Franky G), homem de confiança de King, e Lily (Rachel Weisz), uma batedora de carteiras por quem Jake se apaixona. Eles são perseguidos de perto pelo incansável agente do FBI Gunther Butan (Andy Garcia), um antigo inimigo de Jake.

NOTA: 7,5
RECOMENDAÇÃO: PARA QUEM GOSTE DE TRAMAS E GOLPES ELABORADOS.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

O Ritual (The Rite)


O Ritual (The Rite) é um filme de suspense sobrenatural estadunidense baseado no livro The Rite: The Making of a Modern Exorcist de Matt Baglio, dirigido por Mikael Håfström e escrito por Matt Baglio e Michael Petroni. É estrelado por Anthony Hopkins como o Padre Lucas. Só as cenas em Roma já enchem os olhos, é um filme surpreendente que usa como tema principal a fé e a escola vaticana de exorcistas. O filme não é do gênero de “O Exorcista” (no original em inglês: The Exorcist) um filme estadunidense de 1973, do gênero terror, realizado por William Friedkin, baseado em livro homônimo de sua autoria. O filme aborda a possessão demoníaca de uma garota de 12 anos pelo demônio Pazuzu, uma inspiração em um exorcismo de um garoto de 14 anos de idade documentado em 1949. O filme “O Exorcista” é de forte gênero voltado ao terror com cenas de cabeças girando, vômitos verdes e masturbação com crucifixos, já no filme “O Ritual” o tema já é tratado de forma mais “normal”, ou como realmente é, as cenas são mais realistas sem aqueles efeitos fantasmagóricos e cinematográficos, fazendo assim o filme aparentar mais normalidade e sendo um bom suspense. Outro tema é a fé, até onde temos que ter provas para acreditar? É a história (baseado em fatos reais) de um padre que se afugenta de seu pai indo para um seminário, porem depois de quatro anos decide abandonar o celibatário, porem seu instrutor lhe dá a oportunidade de ir fazer o curso para exorcista no Vaticano, o filme se desenvolve desse ponto adiante. Posso dizer que é um excelente filme que transmite um plano mais real do assunto. A direção fotográfica do filme ficou excelente, as cenas são bem angulares com sombra e luz bem produzida que casa muito bem com a trilha sonora nada exagerada para o tema.
NOTA: 9,5
RECOMENDAÇÃO: A TODO QUE GOSTEM DO GÊNERO E DE UM SUSPENSE VOLTADO PARA O LADO INVESTIGATIVO, BASEADO EM FATOS REAIS. RECOMENDO A TODOS!

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

O Manto Sagrado (The Robe).


O Manto Sagrado (The Robe). Gênero: Épico | Drama | Religioso. Ano de Lançamento: 1953. Assisti hoje esse filme com meus avós – que estão me dando uma aula de qualidade de filmes antigos embora eu já os apreciasse muito -, é um filme ótimo! O primeiro filme rodado em CinemaScope, O Manto Sagrado foi indicado para cinco categorias do prêmio Oscar em 1953, incluindo Melhor Filme e Melhor Ator para Richard Burton. Burton interpreta Marcellus Gallio, o centurião romano encarregado do supervisionar a crucificação de Cristo. Mas quando ele ganha o manto de Cristo em um jogo de azar ao pé da cruz, sua vida muda para sempre. História inspiradora, acompanhada por uma trilha sonora fantástica, e interpretada por um elenco de primeira grandeza, incluindo Victor Mature e Jean Simmons, O Manto Sagrado permanece um dos maiores épicos bíblicos de todos os tempos. É um exelente filme quando se trata de honra e palavra!
NOTA: 9,5
RECOMENDAÇÃO: A TODOS QUE APRECIEM O GÊNERO ÉPICO BIBLICO QUE APONTA A HONRA DA PALAVRA, COM UM FINAL INSPIRADOR.